Por Marcelo Pereira
Olá, amigos! Já estava passando da hora de atualizar o blog... Rs... Mas estamos com projetos e mais projetos saindo do papel, e isso demanda muito tempo... e o blog acaba pagando um pouco o pato. Mas... vamos lá tirar o atraso?
Semana intensa essa que passou. Virada Cultural (estou terminando de editar um vídeo que fizemos do evento pro próximo post), semana de “season finale” de vááárias séries importantes... e nenhuma mais importante do que LOST, certo?
LOST acabou neste domingo passado (nos USA, aqui o episódio final está passando agora, enquanto escrevo estas linhas...), após 6 temporadas de mistérios, batendo recordes de audiência da última década. Para se ter uma ideia do tamanho e da importância do evento, os americanos se reuniram para assistir ao último episódio da mesma maneira que se reúnem para assistirem ao Super Bowl, maior evento midiático do mundo.
E LOST realmente mereceu. Explico: o programa (principalmente na sua primeira temporada) foi algo inovador, do ponto de vista de roteiro, principalmente, e que de certa forma revolucionou a maneira que vemos as séries a partir de então. A integração de mídias (websódios com quadrinhos e livros e sites da internet) foi a principal “herança” que LOST deixa para a indústria do entretenimento.
Agora, o mais inusitado foi o fato de que, para a maioria dos fãs, o resultado final (a conclusão) não agradou. As mensagens no Twitter e no Facebook eram de uma maioria de fãs “decepcionados”. Fica a pergunta: até que ponto aquela greve de roteiristas no USA teve influência neste resultado?
Sim, porque segundo os críticos americanos, o resultado da greve dos roteiristas realizada em Novembro de 2007 está sendo sentido somente agora, com o cancelamento de séries que até então estavam “de vento em popa”, como Heroes, por exemplo, que foi cancelada sem ao menos dar aos fãs um final digno e decente. Simplesmente a-ca-bou.
E Heroes é somente uma de várias, já que Flash Forward, outra série de boa aceitação entre os fãs e que era tida como “substituta” de LOST também foi cancelada. Assim como LOST, que pagou um preço alto pela coragem e união de toda uma classe de profissionais (coisa impensada de acontecer por aqui) na luta pelos seus direitos, em um mercado que é totalmente “bussiness” e onde a audiência (números e grana) acaba falando mais alto sempre.
Enfim, vamos aguardar os próximos capítulos do próximo campeão de audiência.
See ya!
4 Elementos – Fábrica de Ideias
Olá, amigos! Já estava passando da hora de atualizar o blog... Rs... Mas estamos com projetos e mais projetos saindo do papel, e isso demanda muito tempo... e o blog acaba pagando um pouco o pato. Mas... vamos lá tirar o atraso?
Semana intensa essa que passou. Virada Cultural (estou terminando de editar um vídeo que fizemos do evento pro próximo post), semana de “season finale” de vááárias séries importantes... e nenhuma mais importante do que LOST, certo?
LOST acabou neste domingo passado (nos USA, aqui o episódio final está passando agora, enquanto escrevo estas linhas...), após 6 temporadas de mistérios, batendo recordes de audiência da última década. Para se ter uma ideia do tamanho e da importância do evento, os americanos se reuniram para assistir ao último episódio da mesma maneira que se reúnem para assistirem ao Super Bowl, maior evento midiático do mundo.
E LOST realmente mereceu. Explico: o programa (principalmente na sua primeira temporada) foi algo inovador, do ponto de vista de roteiro, principalmente, e que de certa forma revolucionou a maneira que vemos as séries a partir de então. A integração de mídias (websódios com quadrinhos e livros e sites da internet) foi a principal “herança” que LOST deixa para a indústria do entretenimento.
Agora, o mais inusitado foi o fato de que, para a maioria dos fãs, o resultado final (a conclusão) não agradou. As mensagens no Twitter e no Facebook eram de uma maioria de fãs “decepcionados”. Fica a pergunta: até que ponto aquela greve de roteiristas no USA teve influência neste resultado?
Sim, porque segundo os críticos americanos, o resultado da greve dos roteiristas realizada em Novembro de 2007 está sendo sentido somente agora, com o cancelamento de séries que até então estavam “de vento em popa”, como Heroes, por exemplo, que foi cancelada sem ao menos dar aos fãs um final digno e decente. Simplesmente a-ca-bou.
E Heroes é somente uma de várias, já que Flash Forward, outra série de boa aceitação entre os fãs e que era tida como “substituta” de LOST também foi cancelada. Assim como LOST, que pagou um preço alto pela coragem e união de toda uma classe de profissionais (coisa impensada de acontecer por aqui) na luta pelos seus direitos, em um mercado que é totalmente “bussiness” e onde a audiência (números e grana) acaba falando mais alto sempre.
Enfim, vamos aguardar os próximos capítulos do próximo campeão de audiência.
See ya!
4 Elementos – Fábrica de Ideias
3 Comenta aqui!:
Opa. Não acho que Flash Forward esteve tão bem assim ... a substituta de Lost deverá ser Fringe. Não só a greve como as quedas de audiência de Lost na 3a temporada influenciaram o fim dela.
Parando para pensar, 6 temporadas nem é tanto assim, mas será que os showrunners correriam o risco de ver sua obra cortada no meio ?
Seria muito chato né. Acho que terminou na hora certa e por cima. É só acompanhar os fórums da vida e ver que o pessoal acha que a série 'se perdeu' quando começou a utilizar os recursos como viagem no tempo e etc, porém a impressão que eu sempre tenho é de que não entenderam ou não estavam prontos para uma série que era voltada para os personagens e não do porque ter ursos polares em ilhas tropicais (um exemplo).
[ ]s
Concordo com MacCrow. Flash Forward não chegou a me envolver mas Fringe e os V sim. Fringe está no último cap. desta temporada, não sei se é a última. Visitantes, que tem uma brasileira como atriz principal, tem um roteiro interessante.
Nem todas séries acabam por motivos financeiros. A série Jericho foi sensacional e mobilizou muita gente pelo país quando o estúdio a suspendeu. Obama estava nos úlimos dias de campanha qdo foi recebido em Chicago por uma verdadeira manifestação de fãs da série. Várias fontes deram como certo que o estúdio recebeu um aviso/pedido direto do Bush para suspender a série, pois o tema abordava a questão de se manter um exército de profissionais independentes apoiados por políticos do Congresso. Tal poder se aproximou demais de uma realidade possível: na série, os mercenários decidiram dividir os EUA e governar por sua conta. Assistia-se a série na tv, em plena época em q Bush dava apoio e cobertura para o Blackwater que teve presença registrada por militares até aqui, na Amazônia há um ano!
Oi 4elementos, acabou o blog?
Beijos
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