Por Marcelo Pereira
Fala, pessoal!
Eu confesso que sou um cara com raízes nos bons e velhos Anos 80. Foi lá que vivi a infância e adolescência, época de experiências e descobertas que tiveram muita influência na formação do meu “eu”, daquilo que sou hoje.
Seriados diversos (era fã de Chips, assistia “Acredite se Quiser” escondido dos meus pais, queria ter um carro igual a Supermáquina, e ser um fedelho tão bacana quanto o Bacana, da Armação Ilimitada); Filmes clássicos da Sessão da Tarde (Curtindo a Vida Adoidado – favorito disparado -, Goonies, Karatê Kid – qual moleque não ficava tentando imitar o “golpe final” de Daniel Larusso?) e Desenhos diversos (são tantos: Mr. Magoo, Pantera Cor-de-Rosa - passava a noite, na TVS/SBT, antes do filme da noite -, etc...).
Enfim, eu me divertia pra caramba. E hoje lembrei de tudo isso porque vi uma notícia de que a Warner, de olho neste grande negócio chamado saudosismo, e que é característica desta nossa geração de “LOST boys”, vai “ressuscitar” um grande sucesso daquela época: o desenho “ThunderCats”. Não aquela velha edição, não. Uma nova, estilo “mangá”, toda estilizada, para pegar os novos pela linguagem, e os “velhos” pela saudade.
E isso me lembrou que um dos ícones dos Anos 80, o desenho “Caverna do Dragão”, virou peça de teatro e está em cartaz aqui em SP, até o final de Junho. A série, inspirada no revolucionário jogo de RPG Dungeons & Dragons, “avô” da maioria dos jogos eletrônicos atuais, ultrapassou barreiras e hoje encontra público também no teatro, provando que é possível a reinvenção de conteúdos e sua adaptação às diversas mídias.
A peça, em cartaz no Teatro Augusta e com direção e roteiro de Gilda Vandenbrande, faz uma adaptação livre da animação que teve apenas 27 episódios produzidos entre 1983 a 1986, respeitando sua mitologia original, e com um bônus: a possibilidade dos fãs da série contemplarem, enfim, o desfecho da série, a partir da união do roteiro dos episódios televisivos que foram ao ar com os vários textos sobre o fim do programa que existem pela internet.
E no que depender da audiência e dos empresários de Cinema e TV, os Anos 80 continuarão a aparecer por muito tempo, pois afinal de contas o lema atual é: “nada se cria, tudo se transforma”. Certo?
See ya!
4 Elementos – Fábrica de Ideias
Fala, pessoal!
Eu confesso que sou um cara com raízes nos bons e velhos Anos 80. Foi lá que vivi a infância e adolescência, época de experiências e descobertas que tiveram muita influência na formação do meu “eu”, daquilo que sou hoje.
Seriados diversos (era fã de Chips, assistia “Acredite se Quiser” escondido dos meus pais, queria ter um carro igual a Supermáquina, e ser um fedelho tão bacana quanto o Bacana, da Armação Ilimitada); Filmes clássicos da Sessão da Tarde (Curtindo a Vida Adoidado – favorito disparado -, Goonies, Karatê Kid – qual moleque não ficava tentando imitar o “golpe final” de Daniel Larusso?) e Desenhos diversos (são tantos: Mr. Magoo, Pantera Cor-de-Rosa - passava a noite, na TVS/SBT, antes do filme da noite -, etc...).
Enfim, eu me divertia pra caramba. E hoje lembrei de tudo isso porque vi uma notícia de que a Warner, de olho neste grande negócio chamado saudosismo, e que é característica desta nossa geração de “LOST boys”, vai “ressuscitar” um grande sucesso daquela época: o desenho “ThunderCats”. Não aquela velha edição, não. Uma nova, estilo “mangá”, toda estilizada, para pegar os novos pela linguagem, e os “velhos” pela saudade.
E isso me lembrou que um dos ícones dos Anos 80, o desenho “Caverna do Dragão”, virou peça de teatro e está em cartaz aqui em SP, até o final de Junho. A série, inspirada no revolucionário jogo de RPG Dungeons & Dragons, “avô” da maioria dos jogos eletrônicos atuais, ultrapassou barreiras e hoje encontra público também no teatro, provando que é possível a reinvenção de conteúdos e sua adaptação às diversas mídias.
A peça, em cartaz no Teatro Augusta e com direção e roteiro de Gilda Vandenbrande, faz uma adaptação livre da animação que teve apenas 27 episódios produzidos entre 1983 a 1986, respeitando sua mitologia original, e com um bônus: a possibilidade dos fãs da série contemplarem, enfim, o desfecho da série, a partir da união do roteiro dos episódios televisivos que foram ao ar com os vários textos sobre o fim do programa que existem pela internet.
E no que depender da audiência e dos empresários de Cinema e TV, os Anos 80 continuarão a aparecer por muito tempo, pois afinal de contas o lema atual é: “nada se cria, tudo se transforma”. Certo?
See ya!
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